Projeto social Repique do Amanhã recebe a presidente do Fundo Social de Solidariedade, Carol Silva

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Fundo Social e Educação prestigiam ação do Festival Repique, que une música, sustentabilidade e solidariedade
Primeira ação do projeto social Repique do Amanhã foi apresentada para alunos da EMEF Profª Eponina de Brito Rossetto

Fotos: Fernando Gonzaga

A presidente do Fundo Social de Solidariedade, Carol Silva, e o secretário da Educação, Valdir Martins, acompanharam, na última terça-feira, dia 7, a primeira exibição do projeto social Repique do Amanhã, ação que integra a programação do Festival Repique, que está ensinando alunos a tocar instrumentos de percussão como tan-tan, pandeiro e tamborim com músicos do grupo Samba 71, referência no samba e pagode na cidade.

A oficina, que envolveu 30 alunos, aconteceu na EMEF “Profª Eponina de Brito Rossetto”, localizada no bairro Recreio Internacional, em Ribeirão Preto. Os músicos destacaram a importância de cada instrumento e sua utilização. “O Repique do Amanhã vem para firmar o compromisso do festival de manter viva a cultura popular do samba e pagode. Por isso, ensinamos os alunos a tocar, para que a nova geração se aproprie desses gêneros tão nossos”, destaca a idealizadora do projeto, Madu Patelli.

O Festival Repique acontece neste sábado, dia 11, no Estádio Palma Travassos, e também irá oferecer a opção de meia-entrada social em todos os setores, mediante a doação de um quilo de alimento não perecível, dentro do prazo de validade. Todo o material arrecadado será destinado ao Fundo Social de Solidariedade de Ribeirão Preto, responsável pela distribuição às principais instituições regulares.

A presidente do Fundo Social, Carolina Trebi Penatti Silva, reforça a importância da ação. “A solidariedade do público que doa alimentos em iniciativas como a do Festival Repique faz toda a diferença. Cada contribuição se transforma em esperança na mesa de muitas famílias atendidas pelas entidades que receberão as doações”, afirma.

“Esse projeto une solidariedade e cultura ao resgatar a história de instrumentos musicais. Uma iniciativa importante, que pode resultar na formação de futuros músicos, além de valorizar o nosso samba”, emenda o secretário da Educação, Valdir Martins.

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